Opinião

A Extrema-Direita retira das populações os instintos mais básicos relacionados com a suposta auto preservação: o “Eu primeiro que o Outro” (“Nós versus Eles”), como se existisse uma permanente luta pela sobrevivência, onde a empatia passa para segundo plano, com a falsa assunção de que as nossas necessidades mais básicas estão sempre em risco – manipulação através do medo. Até mesmo populações mais esclarecidas podem ceder perante esta luta ilusória, onde os media assumem um importante papel, noticiando hipotéticas fontes de ameaça (os exemplos mais presentes são os refugiados), recorrendo ao sensacionalismo como forma de obter audiências.

Segundo um recente estudo da DECO, um em cada três trabalhadores está em risco de "burnout". Contra factos não há argumentos. Da realidade é impossível fugir. Cá temos o tão famoso trabalho escravo. Defendido com unhas e dentes, como se de emprego se tratasse, pelos fanáticos cães de fila, dos algozes que esmagam o presente e roubam o futuro das populações.